Escola suspende aulas após confirmação de 20 casos de sarna entre alunos e servidores



Uma escola municipal de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, suspendeu temporariamente as aulas após a confirmação de 20 casos de escabiose, doença popularmente conhecida como sarna.

As atividades foram interrompidas nesta quarta-feira (1º) e quinta-feira (2) para que a unidade passe por ações de limpeza e higienização. Alunos e servidores já haviam sido afastados após apresentarem suspeita ou diagnóstico inicial da doença.

Principais pontos do caso

  • Local: Lagoa Santa, Região Metropolitana de Belo Horizonte;
  • Casos registrados: 20 relacionados à unidade escolar;
  • Doença: escabiose, conhecida como sarna;
  • Aulas suspensas: dias 1º e 2 de outubro;
  • Medida adotada: limpeza e higienização da escola;
  • Primeiro alerta: 18 de setembro;
  • Atendimento: médicos e enfermeiros foram enviados à unidade.

Escola suspendeu as atividades

A Prefeitura de Lagoa Santa decidiu suspender as aulas com o objetivo de proteger estudantes e profissionais e tentar interromper a circulação da doença dentro da comunidade escolar.

Durante o período sem atividades, a escola passa por procedimentos de limpeza e higienização.

Além dos casos relacionados diretamente à unidade de ensino, também foi confirmado um caso de escabiose fora da escola.

Primeiro alerta ocorreu em setembro

O primeiro alerta relacionado à doença ocorreu no dia 18 de setembro, quando uma estudante apresentou sintomas.

Depois desse episódio, outros estudantes e servidores da escola passaram a ser afastados após suspeitas ou diagnóstico inicial de escabiose.

Com o aumento dos registros, a administração municipal decidiu interromper temporariamente as atividades presenciais.

20 casos foram registrados

Segundo as informações divulgadas, foram confirmados 20 casos de escabiose relacionados à escola.

A situação levou as secretarias municipais envolvidas a reforçarem as medidas de acompanhamento e prevenção dentro da unidade.



Famílias foram orientadas

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, uma das dificuldades enfrentadas para interromper a transmissão foi a presença de crianças na escola mesmo depois da confirmação do diagnóstico.

A representante da pasta informou que algumas famílias continuaram levando os estudantes para a unidade, situação apontada como um dos fatores que contribuíram para a continuidade dos casos.

Médicos e enfermeiros foram à escola

A Secretaria Municipal de Saúde também iniciou atendimento aos estudantes da unidade.

Desde terça-feira (29), médicos e enfermeiros passaram a permanecer na escola para realizar avaliações dos alunos.

O atendimento é feito mediante autorização dos pais ou responsáveis.

Medidas adotadas pela Prefeitura

Entre as ações adotadas estão:

  • suspensão temporária das aulas;
  • limpeza e higienização da unidade escolar;
  • afastamento de alunos e servidores com suspeita ou diagnóstico;
  • presença de médicos e enfermeiros na escola;
  • avaliação dos estudantes com autorização dos responsáveis.

Segundo a Prefeitura, as medidas têm como objetivo preservar a segurança, a proteção e o bem-estar dos estudantes e dos profissionais que trabalham na instituição.

Cronologia do caso

  • 18 de setembro: primeiro alerta após uma estudante apresentar sintomas;
  • 29 de setembro: profissionais de saúde começaram a atender estudantes na escola;
  • 1º de outubro: atividades escolares foram suspensas;
  • 2 de outubro: suspensão das aulas continua para limpeza e higienização;
  • Total informado: 20 casos relacionados à unidade escolar.

Mais informações

O caso ocorreu em uma escola municipal de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A Prefeitura informou que continuará adotando medidas para proteger estudantes, famílias e servidores diante dos casos registrados na comunidade escolar.

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